Estava eu passeando pelo Blog da Priscila,
e comecei a viajar no tempo.
Sua estoria è muito parecida com a minha..
Parece que foi ontem, tudo começou no dia 10 de outubro de 1999.
minha pagina pessoal
Estamos casados a quase 5 anos.
Faço minha as palavras de Adriano Celentano
“”Mi piace ogni cosa
di quello che fai
se pure mi tratti
un po’ da bambina.
Ti credi già donna,
ma tu non lo sei.
Sei forte per questo,
così tu mi vai!
Siamo la coppia più bella del mondo
e ci dispiace per gli altri
che sono tristi e sono tristi
perché non sanno più cos’e’ l’amor!
“Il vero amore”
per sempre unito dal cielo,
nessuno in terra, anche se vuole,
può separarlo mai. L’ha detto lui!
siamo la coppia più bella del mondo
e ci dispiace per gli altri
che sono tristi perché non sanno
il vero amore cos’e'!
Se tu ti stancassi
un giorno di me,
ricordati sempre
di quella bambina.
Nemmeno un minuto
lasciarti potrei.
Sei forte per questo,
così tu mi vai!
Siamo la coppia più bella del mondo
e ci dispiace per gli altri”"
Que me desculpem os outros, que
sao triste e nao sabem o que è o amor!
Um super abraço.

Todos que me conhecem sabem da minha dor depois de ter perdido meu pai..
Escrevi alguma palavras em homenagem a ele..
Uma pessoa muito especial, minha prima, leu, e me mandou o seguinte e-mail que publico.
“”Meire,
Envio a você uma história, que me comoveu muito, e que com certeza vc se sentirá comovida:
A Marca que você deixa nas pessoas
Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém. Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era: “Uma informação, por favor” e
não havia nada que ela não soubesse.
“Uma informação, por favor”, poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.
Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na
casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um
martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar,uma vez que não inha ninguém em casa para me
oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até que pensei: O telefone!
Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente à cômoda da sala. Subi
na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse: “Uma informação, por
favor”. Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido:
“Informações.” – Eu machuquei meu dedo…, disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.
- A sua mãe não esta em casa?, ela perguntou.
- Não tem ninguém aqui…, eu soluçava.
- Está sangrando?
- Não, respondi. Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo…
- Você consegue abrir o congelador?, ela perguntou.
Eu respondi que sim.
- Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo, disse a voz.
Depois daquele dia, eu ligava para “Uma informação,por favor” por qualquer motivo. Ela me ajudou com as
minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia. Ela me ajudou com os exercícios de
matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas.
Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para “Uma informação, por favor” e contei o
ocorrido. Ela escutou e começou a falar àquelas coisas que se dizem para uma criança que esta crescendo. Mas eu
estava inconsolável. Eu perguntava: – Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e traz tanta alegria
pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?
Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente: – Paul, sempre lembre que
existem outros mundos onde a gente pode cantar também… De alguma maneira, depois disso eu me senti
melhor.
No outro dia, lá estava eu de novo. “Informações.”,disse a voz já tão familiar.
- Você sabe como se escreve “exceção”?
Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte doPacífico. Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para
Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga.
“Uma informação, por favor” pertencia àquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma
atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala. Conforme eu
crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória.
Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento
calmo de segurança que eu tinha naquele tempo. Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e
gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho.
Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattl e. Eu
teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos.
Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava
fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi: “Uma informação, por favor”.
Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: “Informações”.
Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: – Você sabe como se escreve “exceção”?.
Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: -Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul.
Eu ri. – Então, é você mesma!, eu disse.
- Você não imagina como era importante para mim naquele tempo.
- Eu imagino, ela disse.
- E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava
esperando todos os dias que você ligasse.
Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse
encontrar a minha irmã.
- É claro!, ela respondeu. Venha ate aqui e chame a Sally.
Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente
respondeu: “Informações”.
Eu pedi para chamar a Sally.
- Você é amigo dela?, a voz perguntou.
- Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul.
- Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente.
Infelizmente, ela morreu há cinco semanas. Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:
- Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?.
- Sim.
- A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler
pra você. A mensagem dizia: “Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente
pode cantar também. Ele vai entender.
Eu agradeci e desliguei. Eu entendi…
NUNCA SUBESTIME A “MARCA” QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS.
Com essa história podemos perceber o quanto somos importantes para as pessoas.
Um simples gesto como um oi, bom dia ou um sorriso podem fazer diferença.
Muitas vezes, quando estamos tristes ou passando por dificuldades gostaríamos de contar com uma “atendente
Informações” para que pudessem nos ouvir, nos orientar, nos aconselhar, enfim, ‘desabafar’ o que
estamos sentindo.
Lembre-se: Você tem valor! E Deus está sempre disposto a te ouvir.
Neste dia… pense nisto!
Deus a abençoe…
Bom dia
Assim como a história deste menino, você também deixou marcas, e a essencia da vida é muito mais que ser somente feliz….
A mensagem a seu papa é muito especial, sua dor somente Deus pode acalmar e preencher o vazio que hoje é muito grande, mas neste vazio pode existir a presença de pessoas que tornam-se especiais…
Um beijo no seu coração…
Adriana”"

Uma homenagem a meu papai!
Oi Papai!
Como voce està?
Voce se foi, me faz tanta falta..
Eu ainda nao me acostumei com ideia de viver sem voce.
Tem momentos que nao acredito, que sinto voce pertinho a mim.
Papai, que saudade!
Papai e agora?
Nao tenho mais ninguem no Brasil em que eu possa contar e confiar,
como eu confiava em voce.
Tem tanta coisa que eu ainda precisava saber e aprender com voce.
E agora papai?
Que faço?
Tinha tanta coisa para fazermos juntos, pra te mostrar, tantos passeios nao feitos, tanta viagens…
E agora papai?
Sua casa, seu bichinhos…
Nada serà como antes…
Me recordo do ultimo dia que te levei pra tomar um pouco de sol, seu ultimo carinho em seu cachorro.
Papai, voce se foi….
Ciao Papai…
Um beijo papai!
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(Vinícius de Moraes)
Trad: Anton Angelo Chiocchio
In un cristallo d’echi, il giovane
poeta va per la via bruna,
mentre i suoi occhi, verdi d’etere,
aprono grotte nella luna.
La luna rotola sul fianco
rabbrividendo di lascivia;
sfiora il poeta, esangue e bianco,
le curve tumide di Trivia
cui soffice, tra le nitenti
sfere, biondeggia un vello fulvo;
il giovane, con gli occhi spenti,
socchiude il pettine alla luna.
Flussi di luce, flussi d’acqua
distilla pallida la cruda
ferita: il giovane si sciacqua
nella dolcezza che trasuda.
Arsa consunta disperata
la luna giace ora in decubito;
il pigro avvento dello spasimo
la fa piá aguzza, piú falcata.
Alle carezze sulle braccia,
sul grembo madido che infuria,
la luna ad arco ormai si allaccia
in un delírio di lussuria,
sin che, maturo, il frutto gronda
in lunghi fremiti. Denuda
la luna l’altro quarto e affonda
e s’abbandona, pazza e muta.
L’orgasmo scende dallo spazio
disfatto in stelle, sciolto in nuvole;
dal mare il vento reca il sazio,
il salso odore dell’amata
che intanto cresce, nell’ebbrezza,
estua, s’innalza, si dilata,
mentre il poeta sbigottisce
all’incredibiie bellezza.
Infine l’astro s’assopisce
stanco, si spegne piano piano.
Anche il poeta é già lontano,
avvolto in piume, in melodia.
Ora è la notte che impazzisce
nel chiostro della gelosia.

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Non ti vedo più…
Non ti vedo più tra le mie cose,
Non c’è più la tua presenza,
Non esisti minimamente tra tutto che, un giorno, è stato nostro.
Non ti vedo più quando mi guardo allo specchio,
Non ti trovo più negli occhi del figlio,
Non sei più presente, ogni mattina, in bagno,
L’asciugamano sul pavimento allagato.
Tutto adesso è al suo posto,
O tutto sconvolto…
Dal tuo volto, non c’è l’ombra…
Non esisti più o non sei mai esistito?
Maria Cecilia Cencini
Amore Mio, oggi 12 di giugno, giorno dei innamorati in Brasile, sto lontana lo so, ma il mio cuore sta li, vicino a te. Tia mo vita mia..Per sempre tua,
Tua moglie
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Lo stesso canto
Che vuole dirmi questo uccello
Che canta fuori dalla mia finestra?
Canta quella stessa canzone, cento volte…
La stessa melodia, lo stesso ritmo…
Uccellino, vorrei sentire un altro canto…
E lui, a volte, mi sembra, vorrebbe inserire un’altra nota.
Ma il mondo lo fa tacere
E grida: Zitto!
Lui ci ripensa e rifà lo stesso e noioso canto.
Autor: Maria Cecilia Cencini
Domenica 25 Aprile 2004 ore 15:14:43Anima mia
Anima mia, dove sei?
Ti sei decisa a partire, senza avvertirmi?
Torni presto?
O hai lasciato per sempre questo attimo tra l’alba e la notte scura,
Congruenza in cui mi sbattevo contro le mura della mia insania
Anima mia,
Un giorno ti ho vista ritornare,
Venivi come da un lungo viaggio.
Eri bella e fresca.
Così bella e così fresca da quasi non poter dire se eri solo un’illusione.
Ma no, non eri tu, sei morta…
Ti ho soffocata io…
E ti ho seppellita…
E sulla tua tomba, non ho fatto cadere una singola lacrima.
Anima mia, anima mia, fu seppellita anch’io.
Maria Cecilia Cencini
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À vida de Florbela Espanca
É vão o amor, o ódio, ou o desdém;
Inútil o desejo e o sentimento…
Lançar um grande amor aos pés de alguém
O mesmo é que lançar flores ao vento!
Todos somos no mundo “Pedro Sem”,
Uma alegria é feita dum tormento,
Um riso é sempre o eco dum lamento,
Sabe-se lá um beijo de onde vem!
A mais nobre ilusão morre… desfa-se…
Uma saudade morta em nós renasce
Que no mesmo momento é já perdida…
Amar-te a vida inteira eu não podia,
A gente esquece sempre o bom de um dia.
Que queres, meu Amor, se é isto a vida!
